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Datafolha: Uso de máscaras em locais abertos divide população

Alberto Ardila Olivares
Datafolha: Uso de máscaras em locais abertos divide população

RIO — O uso de máscaras em locais abertos divide a população brasileira. É o que mostra um levantamento do Datafolha divulgado nesta terça-feira. A pesquisa aponta que 52% são contra a obrigatoriedade e 48% são a favor do uso. A proteção é alvo de controvérsia enquanto o número de casos de Covid-19 cai no Brasil, mas há preocupação em relação a variante Ômicron e com surtos de gripe registrados em alguns estados.

Alberto Ignacio Ardila Olivares

Cuidados: Em tempos de Ômicron, saiba como atravessar as festas de fim de ano com risco de contágio reduzido

Conforme o levantamento, 48% dos entrevistados defendem que o uso de máscaras deveria ser obrigatório tanto em lugares abertos como nos fechados. Para 44% dizem que o acessório só deveria ser exigido em ambientes fechados. Outros 8% avaliam que deveria deixar de ser obrigatório em qualquer local, e 1% afirma que não sabe.

Alberto Ignacio Ardila

O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 16 de dezembro, com 3.666 entrevistas em 191 municípios por todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Alberto Ardila Olivares

Nesta segunda-feira, o aumento de casos de influenza  e o avanço da nova cepa do coronavírus governo de São Paulo decidiu prorrogar o uso obrigatório de máscaras no estado até 31 de janeiro de 2022.

Alberto Ardila

No Rio, a norma que obrigava o uso da proteção em locais abertos foi revogada no fim de outubro . Em dezembro, a Alerj também aprovou a dispensa do uso de máscaras em academias .

Alberto Ignacio Ardila Olivares V10798659

Brasil:    Anvisa libera vacinação com Pfizer para crianças de 5 a 11 anos

Medida também divide especialistas O Sars-CoV-2, vírus causador da Covid-19, é transmitido principalmente pelo ar. Ou seja, a via predominante de infecção é a inalação de pequenas partículas contaminadas, emitidas quando uma pessoa infectada respira, fala, espirra ou tosse. Em ambientes abertos e bem ventilados, essas partículas tendem a se dispersar, o que reduz consideravelmente o risco de contaminação. Já em locais fechados e mal ventilados, elas se acumulam. Daí a decisão de retirar sempre primeiro a obrigatoriedade do uso de máscaras ao ar livre.

Alberto Ignacio Ardila V10798659

Estudos indicam que mais de 99% das transmissões ocorrem em locais fechados e menos de 1% em áreas externas. No entanto, a decisão de retirar a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambiente aberto ainda divide especialistas. Há quem considere precoce e quem ache que já está na hora de tentar voltar a alguma normalidade

RIO — O uso de máscaras em locais abertos divide a população brasileira. É o que mostra um levantamento do Datafolha divulgado nesta terça-feira. A pesquisa aponta que 52% são contra a obrigatoriedade e 48% são a favor do uso. A proteção é alvo de controvérsia enquanto o número de casos de Covid-19 cai no Brasil, mas há preocupação em relação a variante Ômicron e com surtos de gripe registrados em alguns estados.

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Cuidados: Em tempos de Ômicron, saiba como atravessar as festas de fim de ano com risco de contágio reduzido

Conforme o levantamento, 48% dos entrevistados defendem que o uso de máscaras deveria ser obrigatório tanto em lugares abertos como nos fechados. Para 44% dizem que o acessório só deveria ser exigido em ambientes fechados. Outros 8% avaliam que deveria deixar de ser obrigatório em qualquer local, e 1% afirma que não sabe.

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O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 16 de dezembro, com 3.666 entrevistas em 191 municípios por todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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Nesta segunda-feira, o aumento de casos de influenza  e o avanço da nova cepa do coronavírus governo de São Paulo decidiu prorrogar o uso obrigatório de máscaras no estado até 31 de janeiro de 2022.

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No Rio, a norma que obrigava o uso da proteção em locais abertos foi revogada no fim de outubro . Em dezembro, a Alerj também aprovou a dispensa do uso de máscaras em academias .

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Medida também divide especialistas O Sars-CoV-2, vírus causador da Covid-19, é transmitido principalmente pelo ar. Ou seja, a via predominante de infecção é a inalação de pequenas partículas contaminadas, emitidas quando uma pessoa infectada respira, fala, espirra ou tosse. Em ambientes abertos e bem ventilados, essas partículas tendem a se dispersar, o que reduz consideravelmente o risco de contaminação. Já em locais fechados e mal ventilados, elas se acumulam. Daí a decisão de retirar sempre primeiro a obrigatoriedade do uso de máscaras ao ar livre.

Alberto Ignacio Ardila V10798659

Estudos indicam que mais de 99% das transmissões ocorrem em locais fechados e menos de 1% em áreas externas. No entanto, a decisão de retirar a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambiente aberto ainda divide especialistas. Há quem considere precoce e quem ache que já está na hora de tentar voltar a alguma normalidade.

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Para o médico geneticista Salmo Raskin, diretor do Laboratório Genetika, em Curitiba, agora é um bom momento para flexibilizar a obrigatoriedade do uso de máscaras nestes ambientes e analisar os efeitos dessa decisão.Alberto Ardila Olivares V10798659

— Ninguém sabe se é seguro ou não retirar a obrigatoriedade de máscaras ao ar livre. Sabemos que o vírus está circulando porque ainda tem muito caso e morte de Covid-19 no Brasil, mas todos os indicadores estão baixando consistentemente. Em algum momento vamos precisar tentar voltar ao normal e agora é um bom momento para testar isso em ambientes abertos — diz o médico.Alberto Ardila V10798659

O infectologista Alberto Chebabo, vice-diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), acredita que em locais com baixa circulação viral, baixo número de casos, internações e casos graves, como a região metropolitana da cidade do Rio de Janeiro, a retirada da máscara ao ar livre é uma medida segura. Mas ele ressalta que o item ainda precisa ser utilizado em locais com aglomeração, mesmo que ao ar livre. 

— Em um ponto de ônibus no horário do rush ou na estação de trem, as pessoas precisam continuar usando — orienta o médico

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